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Vitória sobre Peru não teve tempero, mas teve Gabigol e Neymar trabalhando como uma dupla

O Brasil segue extremamente bem posicionada, com variação tática, mudança de ritmo e de postura na marcação, ora dificultando a saída de jogo dos adversários, ora atraindo o adversário para contra-atacar. Perfeitinho e… sem encanto. Seguiu assim contra a seleção peruana, mas Tite deixou algumas assinaturas importantes para o futuro da equipe.

A principal delas foi desenhar um 4-4-2, com Casemiro um pouco atrás de Gérson, Éverton Ribeiro pela direita, Paquetá pela esquerda. Capacidade de atrair a seleção peruana e contra-golpear. Aconteceu assim com Paquetá aos 3 minutos, com Gérson aos 9.

Duas chances perdidas.

A boa carta de intenções de Tite foi Gérson um pouco mais liberado do que Casemiro e Gabigol e Neymar soltos na frente. Mesmo que Gabigol partisse do lado direito, o mapa de movimentação — e a observação do jogo — mostraram seus deslocamentos também pela esquerda. Não houve o entrosamento desejado, mas eles tinham liberdade.

Individualmente nenhum dos dois jogou bem. Mas ao menos não havia a necessidade de voltar acompanhando laterais, missão para Paquetá e Éverton Ribeiro.

Depois para Matheus Cunha, ou seja, ficou claro que Tite tentou desta vez trabalhar uma real dupla de ataque. Em jogos mais fortes, imagina-se que o Brasil possa ser mais agressivo, mais faca amolada.

Aos 14, Neymar fez diferente depois de desperdiça

r a chance do contra-ataque. Seguiu pressionando, tomou a bola de Santamaria, invadiu a área e rolou para Éverton Ribeiro.

Neymar segue agitando mais o pôquer do que os jogos, mas fez uma partida boa contra a seleção peruana, com um passe decisivo e um gol, em falha da defesa do Peru.

Fonte: https://ge.globo.com/blogs/blog-do-pvc/post/2021/09/10/vitoria-sobre-peru-nao-teve-tempero-mas-teve-gabigol-e-neymar-trabalhando-como-uma-dupla.ghtml

 

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