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O que Temer nA?o disse sobre os 2 anos de governo

A�”NA?s fomos responsA?veis por tirar o Brasil do vermelho e colocarmos o Brasil no rumo certo”, disse o presidente Michel Temer, exaltado e celebrando os dois anos de seu governo. No balanA�o do mandatA?rio, contudo, faltaram dados como o aumento do desemprego, o aumento do dA?lar, a queda em empregos formais, e o salA?rio mA�nimo abaixo da inflaA�A?o, alA�m de cenA?rios sociais crA�ticos.
A cerimA?nia teve inA�cio A�s 15h no SalA?o Nobre do PalA?cio do Planalto, mas antes mesmo jA? foi marcada por polA?micas. ApA?s o deslize do tA�tulo “O Brasil voltou, 20 anos em 2”, e a repercussA?o negativa, o convite para ministros e autoridades veio com outra nomenclatura: “Maio/2016-Maio/2018: o Brasil voltou”.
Ostentou de maneira exacerbada que houve uma queda na inflaA�A?o e reduA�A?o da taxa de juros. Juntou os nA?meros para preparar a cartilha “AvanA�amos – 2 anos de vitA?rias na vida de cada brasileiro”, que foi o perA�odo de sua atuaA�A?o desde que assumiu com a derrubada da presidente eleita Dilma Rousseff.
“Confesso diante de todos que me sinto responsA?vel pelas atitudes e escolhas que fiz, sempre pensando em um Brasil maior. Somos responsA?veis e orgulhosos por tirar o paA�s da maior recessA?o de sua histA?ria. Eu assumi o governo com uma inflaA�A?o acima de 10% e colocA?-la em 3%. Somos responsA?veis por encontrar a produA�A?o industrial abaixo dos 6 pontos negativos e colocA?-la acima dos 2%. ResponsA?veis por encontrar os juros acima de 14,25% e colocA?-los nos 6,5% de hoje. Por encontrar o PIB com 3,5% negativo e colocA?-lo nos cerca de 2,5% de hoje”, disse o mandatA?rio, no evento de hoje.
Alvo de uma sequA?ncia de denA?ncias e investigaA�A�es no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento em esquemas de corrupA�A?o do seu partido, o MDB, as consideraA�A�es “de cada brasileiro” jA? nA?o sA?o tA?o positivas. Temer bate um recorde: o de manter a ampla rejeiA�A?o junto a populaA�A?o.
A pesquisa do instituto MDA divulgada ainda ontem mostra que somente 4,3% dos brasileiros aprovam a gestA?o do mandatA?rio, contra 71,2% que o caracterizam como ruim ou pA�ssimo. O Datafolha tambA�m registra a aprovaA�A?o de apenas 6% dos entrevistados e 70% dos que rejeitam o governo Temer.
Economia
E, tanto na cartilha, como no discurso aos seus convidados na tarde de hoje, ignorar o aumento do dA?lar, o aumento do desemprego e a queda do salA?rio mA�nimo, que ficou abaixo da inflaA�A?o.
Quando Temer assumiu, a taxa de desemprego jA? era alta: de 11,4 milhA�es de trabalhadores e trabalhadoras, um 11,2%. ApA?s dois anos, mais de 2 milhA�es de pessoas perderam os seus empregos, aumentando para 13,7 milhA�es de desempregados, que representa 13,1%.
Da mesma forma, enquanto o mandatA?rio enalteceu os cA?lculos de ativaA�A?o da economia, tal cenA?rio nA?o se viu refletido para os cidadA?os. 900 mil pessoas estA?o sem empregos formais. E os que foram criados se enquadram em remuneraA�A�es de atA� dois salA?rios mA�nimos.
A realidade para a moeda brasileira tampouco A� positiva, fazendo o dA?lar aumentar nestes dois anos de R$ 3,47 para R$ 3,62.
Outra de suas metas, a de alcanA�ar a estabilidade da relaA�A?o divida pA?blica e o PIB, nA?o foi atingida. Em marA�o, a dA�vida pA?blica bruta ficou em 75,3% do PIB, acima do patamar de 75,1% em fevereiro. E a lA�quida cresceu de 52% para 52,3%.
Direitos Sociais, EducaA�A?o e Trabalho
As novas leis do ensino mA�dio e a reforma trabalhista foram apontadas por Temer como avanA�os, estA? A?ltima insistida como “modernizaA�A?o” trabalhista. E a privatizaA�A?o de estatais foi nomeada por Temer como “renascimento” das empresas. Mas justamente essas medidas foram amplamente criticadas pelos setores da Academia, entidades e sindicatos durante todo o governo Temer.
Em educaA�A?o, o governo ressaltou a reforma, mas ignorou, por exemplo, a diminuiA�A?o de vagas ofertadas pelo programa do Fies, de 325 mil em 2016 para 225 mil em 2017.
No quesito trabalho, alA�m da reforma trabalhista, o MDB havia apresentado no documento “Uma Ponte para o Futuro”, assim que Michel Temer assumiu o comando do paA�s, defendendo, entre outros pontos, a preservaA�A?o de direitos adquiridos pelos trabalhadores:
“Preservando os direitos adquiridos e tratando com respeito as expectativas de quem ainda estA? no mercado de trabalho e jA? se aproxima do acesso ao benefA�cio, A� preciso introduzir, mesmo que progressivamente, uma idade mA�nima que nA?o seja inferior a 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres, com previsA?o de nova escalada futura dependendo dos dados demogrA?ficos”, dizia o documento.
Mas em dezembro do A?ltimo ano, a medida de Temer foi justamente a oposta, com a PEC 287, da reforma da previdA?ncia, na qual ele ainda espera ser aprovada. As mudanA�as no regime de aposentadorias prevem a contribuiA�A?o de um mA�nimo de 25 anos com o INSS para se ter direito ao benefA�cio e, alA�m disso, ter um mA�nimo de 65 anos de idade.
Outro trecho do “Uma Ponte para o Futuro” estabelecia uma “agenda de transparA?ncia e de avaliaA�A?o de polA�ticas pA?blicas, que permita a identificaA�A?o dos beneficiA?rios, e a anA?lise dos impactos dos programas”.
Mas nA?o somente cortes em programas sociais foram autorizados pelo governo junto a modificaA�A�es no OrA�amento [leia mais aqui], como tambA�m hA? uma falta de atualizaA�A?o nos sistemas de transparA?ncia do governos de, hA? pelo menos, quatro meses.
“Foram dois anos de muito trabalho, mas tambA�m de muitas realizaA�A�es. Dois anos de muita luta, mas tambA�m de muitas vitA?rias. Dois anos combatendo inflaA�A?o, combatendo a recessA?o, enfrentando todos os problemas do paA�s. E encontrando a soluA�A?o que estamos apresentando hoje”, disse Temer, contudo, no evento.
Fonte GGN

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